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Trâmites

Visto de nômade digital na Espanha: Critérios de renda e a via direta de 3 anos

Como comprovar os 2.849 euros mensais do salário mínimo, as diferenças entre pedir no consulado ou na Espanha e os incentivos da Lei Beckham.

Um mapa de Madri e um mapa-múndi de raspar da Europa sobre uma mesa escura, junto a um passaporte com o carimbo «Visa approved»

Trabalhar com seu notebook com vista para o Mediterrâneo enquanto fatura para clientes no exterior é o sonho de muitos profissionais. Contudo, obter a autorização de residência para teletrabalho exige cumprir regras financeiras rigorosas da Lei de Startups.

O visto de nômade digital na Espanha é direcionado a profissionais de fora da União Europeia que prestam serviços de forma remota para empregadores sediados fora da Espanha, utilizando ferramentas informáticas e digitais.

Patamares de renda oficiais exigidos em 2026

A exigência salarial é fixada em 200 % do Salário Mínimo Interprofissional (SMI) espanhol. Para o solicitante titular, o rendimento mínimo mensal é de 2.849 euros brutos (ou equivalente em moeda estrangeira), correspondendo a 34.188 euros brutos ao ano.

Adicionais exigidos para dependentes familiares

Caso viaje com cônjuge ou companheiro estável, soma-se 75 % do SMI (cerca de 1.068 euros adicionais por mês). Para cada filho ou dependente extra, acrescenta-se 25 % do SMI (aproximadamente 356 euros mensais por pessoa).

Os valores são comprovados mediante contracheques, contratos de prestação de serviços e extratos bancários dos últimos três meses demonstrando os recebimentos periódicos.

Empregados em regime CLT versus profissionais PJ / autônomos

Empregados formais precisam apresentar declaração patronal autorizando expressamente o trabalho à distância a partir da Espanha, e a empresa deve ter ao menos um ano de fundação. Autônomos e freelancers podem faturar até 20 % de sua receita com clientes na Espanha, mas 80 % deve ter origem internacional.

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Escolha estratégica: Consulado (1 ano) versus UGE na Espanha (3 anos)

  1. Via consular no país de origemApresentada em consulados ou unidades do BLS. Concede visto de apenas um ano, exige entrega presencial do passaporte e envolve esperas prolongadas.
  2. Protocolo eletrônico direto na UGE na EspanhaEntrada na Espanha como turista e protocolo digital perante a Unidade de Grandes Empresas. Concede diretamente três anos de autorização de residência.
  3. Silêncio administrativo positivoA Lei 14/2013 estabelece o prazo de vinte dias úteis para decisão da UGE. Na ausência de resposta expressa nesse período legal, o pedido é considerado deferido.

Dois caminhos para estruturar sua residência

  1. Por conta própriaSubmeter contratos sem adequaçãoArriscar indeferimento na UGE por cláusulas contratuais imprecisas ou ficar semanas com o passaporte retido no consulado de origem.
  2. Por conta própriaPerder benefícios tributáriosDeixar de solicitar o enquadramento na Lei Beckham dentro dos prazos legais e pagar alíquotas gerais de imposto de renda que superam quarenta por cento.
  3. Com a LANDESPAssessoria jurídica direta na EspanhaProtocolo oficial na UGE por três anos, adequação prévia de contratos, empadronamento municipal e agendamento da biometria TIE.

Fontes: Lei 14/2013 de apoio aos empreendedores e sua internacionalização; Instruções normativas da UGE-CE; Regulamento fiscal da Lei Beckham na Espanha.

Profissional em teletrabalho utilizando computador portátil em ambiente acolhedor

Planejamento legal e fiscal para teletrabalho

Trabalhe remotamente na Espanha com residência de 3 anos

A solicitação direta perante a UGE na Espanha garante três anos de permanência legal e viabiliza a tributação reduzida em alíquota fixa de 24 % pela Lei Beckham.

Na LANDESP, analisamos seus contratos, submetemos seu processo eletrônico com certificação profissional e acompanhamos você até o recebimento do cartão TIE.